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Incubadas no Celta superam crise e crescem com soluções de combate à pandemia

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Mesmo com uma crise sanitária mundial sem precedentes na história, o Celta, incubadora da Fundação Certi, conseguiu superar as incertezas econômicas e previsões pessimistas para as empresas do setor de tecnologia. Neste período, a incubadora não perdeu nenhuma de suas empresas. Sete das 32 incubadas foram graduada, ou seja, saíram do espaço reservado no Celta para outras instalações devido ao crescimento de vendas, contração de novos funcionários e novas oportunidades criadas no setor privado e público, especialmente de soluções na área de saúde.

Tony Chierighini, diretor-executivo do Celta, faz um balanço positivo das operações da incubadora em 2020. “Superou muito a nossa expectativa. Mesmo com pandemia e home office, foi um ano bom para as empresas. Oitenta por cento das nossas empresas cresceram mais do que o planejado. A pandemia assustou, assusta ainda, mas as empresas conseguiram dar a volta por cima e aproveitaram a pandemia como uma alavanca para o crescimento”, avalia.

Um dos diferenciais para os resultados deste ano, segundo Chierighini, foi a certificação rápida de eficiência científica e testagem em laboratórios credenciados, em apenas uma semana, de produtos de duas empresas na área de nanotecnologia.

As empresas do Celta apresentaram soluções inovadoras para o combate ao novo coronavírus. Um dos exemplos é a Wier, desenvolvedora de geradores de ozônio, que atuava no mercado com produtos para desinfecção de hotéis e automóveis. Pelo planejamento inicial de crescimento, a empresa iria começar a exportação dos seus produtos no final de 2021, mas com a aprovação das soluções para desinfecção do novo coronavírus já exporta para sete países.

Na mesma área, a TNS, que produz aditivos químicos de alta eficiência no combate a microrganismos, também aproveitou a procura para soluções deste tipo para crescer. O produto está agora instalado nos ônibus da cidade de São Paulo. Evita a contaminação de passageiros pelo toque nas superfícies dos veículos por até 30 dias. A aplicação da nanopartícula de prata também foi usada por clientes do setor têxtil para desinfecção de máscaras e uniformes.

O planejamento do Celta para 2021 inclui a graduação de mais três empresas e a entrada de mais cinco novas incubadas, especialmente as que forem voltadas para o mercado de tecnologia aplicada na área da saúde. “Nós temos que pensar em empresas de logística para a vacinação no Brasil. Quem surfar nessa onda vai ter bastante crescimento”, diz o diretor-executivo da incubadora.

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